Destrave sua mesinha e bom apetite!

O Blog da Aviação foi atrás dos bastidores do serviço de bordo das companhias aéreas e descobriu algumas curiosidades, dentre elas que esse tipo de atividade é chamada de catering. Saiba um pouco mais!

Mariana Monteiro Featured image Há quem ache saborosa, há quem ache insossa. Tem mais elaborada, tem aquela prática e rápida. É de graça ou paga. Mas o que a maioria das pessoas não sabe é de onde vem, como é feita, distribuída, armazenada e escolhida a comida oferecida em viagens de avião. No Brasil, cada companhia aérea tem liberdade para montar o cardápio. Não há uma padronização, mas as empresas optam por escolher o tipo de alimento de acordo com a duração e horário do voo. Então como é em cada uma das principais companhias que operam no Brasil? A TAM*, por exemplo, serve aos passageiros de voos com até uma hora de duração apenas água, suco e refrigerante. Em rotas de uma a duas horas, além das bebidas, são oferecidos salgadinhos assados, e naquelas entre duas e três horas, é distribuído um kit com biscoito, queijo e bolinho. Já aqueles que viajarão por mais de três horas podem comer um sanduíche que é capaz de substituir uma refeição. Clientes da Azul reBlog_03cebem petiscos (variados biscoitos, castanhas, batatinha chips e balinha de goma) em todos os voos nacionais. Quando a viagem é internacional, o passageiro da classe executiva tem ainda mais opções, como canapés, saladas, sopa, pães, sobremesas, frios, quiches e bebidas (não alcoólicas e alcoólicas). Aquele que opta pela classe econômica tem à disposição cerveja, vinho, água, suco e refrigerante, além de pratos quentes, frutas, pães, iogurtes e sobremesas. Já os clientes da Avianca, contam com um serviço de bordo composto por um sanduíche (quente, na maioria dos voos), refrigerante, suco, água, café e sobremesa. O diferencial da companhia, no entanto, é a diversidade do lanche, que varia de cidade para cidade. Na ponte aérea Rio-São Paulo, por exemplo, sempre tem novidade, como o festival de massas e o de empadas. E ainda nos voos que fazem o trajeto até as 11 horas da manhã, há o “café da manhã de padaria”, com pães de queijo, misto-quente, frutas e outros alimentos apetitosos.

A Gol é a única companhia, dentre as quatro maiores, onde o serviço de bordo é pago nos voos domésticos. Independente da duração do voo, o menu inclui sanduíches, salgadinhos, sucos, cerveja, vinho, cafés, entre outras opções. Na ponte aérea Rio-São Paulo, as opções são gratuitas e variam de acordo com o horário do dia, podendo ser mini sanduíches, bolos, biscoitos ou tortas salgadas. Nos voos internacionais, o cardápio também é gratuito e conta com lanches ou refeições mais saudáveis, incluindo saladas, vegetais, frango. As opções também podem variar de acordo com a duração da viagem.

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OK, já sabemos o que as aéreas oferecem como alimentação durante os voos. Mas como essa comida chega até o passageiro?

Bem, no Brasil as companhias contratam empresas especializadas em catering. Um mesmo fornecedor atende vários estados ou pode haver um para cada local, por isso a oferta de alimentos pode variar de um lugar para o outro.

A LSG Sky Chefs é um desses fornecedores de catering aéreo. No Brasil, possui unidades de produção que prestam serviço para nove aeroportos: Guarulhos, Viracopos, Galeão, Santos Dumont, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e Natal. Por dia, são feitas cerca de 50 mil refeições para mais de 700 voos. Os alimentos são preparados fora do aeroporto, o mais próximo possível da hora do consumo, para a conservação adequada. Pratos frios, por exemplo, são produzidos em média de 12 a 18 horas antes de serem servidos. As bandejas são montadas ainda na unidade do fornecedor, e de acordo com os padrões definidos pela companhia aérea. Após a montagem, elas são armazenadas nos trolleys, que são aqueles carrinhos que as aeromoças empurram pelo corredor do avião. Os trolleys então são catalogados por número do voo e aguardam em uma câmara resfriada até o horário do transporte para o aeroporto por caminhões. Em Guarulhos, esse trajeto leva 12 minutos. RESTRIÇÕES ALIMENTARES Mas e se você não come nada disso do que já foi dito aqui? Se você tem algum tipo de restrição alimentar, como intolerância a glúten, possui doença que imponha dieta específica ou se é vegano ou vegetariano não precisa passar fome quando viajar de avião. As companhias aéreas oferecem refeições especiais. Basta informar, com antecedência à data do voo, que tipo de menu especial necessita. O mesmo pode ser feito para a alimentação das crianças a bordo.

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Sim, gente, voar é seguro

learn-to-fly-foo-fighters-tutupashFreddy Charlson

Em nossa última postagem, contamos um pouco sobre o medo de avião, algo comum para muitas pessoas, e listamos algumas dicas para aliviar o sofrimento de quem tem que lidar com isso. Pois hoje vamos mostrar que pilotos bem treinados, aviões com boa manutenção e legislação exigente são motivos de tranquilidade para os passageiros.

Direto ao ponto: voar é seguro! Creia! É o segundo meio de transporte mais seguro, só perdendo para o elevador. Sim, isso mesmo: mais seguro do que andar de avião só mesmo se você pegar um elevador. Coloque na cabeça: voar é seguro, seguro, seguro. Para ele cair, é preciso que haja um alinhamento de planetas, ou seja, uma série de ocorrências.

O risco do passageiro sofrer um acidente de avião, por exemplo, é de um em três milhões. É preciso que a pessoa embarque uma vez por dia durante oito mil anos para ocorrer uma tragédia. E só 10% dos acidentes são causados por defeitos na aeronave.

Para atingir esse nível de excelência, a aviação comercial trabalha com o princípio da redundância: dois motores, dois pilotos e vários sistemas. E o cuidado com a segurança começa na compra do bilhete, passa pelo treinamento dos pilotos, comissários de bordo e mecânicos das aeronaves, pelo rigoroso programa de manutenção preventiva e verificações periódicas das aeronaves e vai até o momento do desembarque.

Painel blog

Foto: Elio Sales/SAC-PR

Aliás, poucas atividades humanas têm legislação e órgãos como as que cuidam do transporte aéreo, como a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), que busca desenvolver técnicas de navegação aérea e o progresso desse transporte, para melhorar a segurança. Os aviões têm padrões básicos de segurança superiores ao exigido pela legislação. E com direitos a testes de todos os equipamentos. Não importa se mais antigos ou mais modernos, todos passam pelos mesmos procedimentos.

E mesmo quando ocorre um acidente será avaliado o motivo e os meios para evitar os próximos. Além de haver mecanismos de investigação de acidentes, embora o ideal seja preveni-los, claro. Um tipo de atitude que não é comum no transporte terrestre. “O cidadão nunca viu uma curva numa rodovia ser modificada após um acidente. Ele até vê as placas ‘curva perigosa’, ‘curva muito perigosa’, ‘ocorreram tantos acidentes nesta curva’. Mas porque não corrigiram a curva? Nada mais lógico que corrigir o erro naquele ponto e não somente avisar o cidadão”, reflete o brigadeiro Jorge Kersul Filho, ex-chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Ele conta que em mais de 93% dos acidentes aeronáuticos há sobreviventes. E que, mesmo quando eles ocorrem, ainda há chances de sobrevivência. “Muitos acidentes podem ser evitados com melhor análise das condições meteorológicas e treinamento mais gabaritado da tripulação. As máquinas atuais são modernas. Para o avião perder o sistema hidráulico é preciso perder o primeiro, segundo e o terceiro sistemas que ajudam no abaixamento e recolhimento do trem de pouso e uso dos flaps, por exemplo. E se o sistema elétrico entrar em pane há uma bateria reserva, que facilita o pouso em lugares escuros”, explica o brigadeiro.

O Comandante Harley Meneses, diretor de segurança operacional da TAM, afirma que a aviação comercial tem todos os meios para garantir a segurança de um voo. “A companhia aérea utiliza a mais alta tecnologia no monitoramento dos componentes das aeronaves, a chamada telemetria. O time é capaz de detectar e solucionar problemas, caso apareçam, a partir da base em São Paulo, em aeronaves da TAM em qualquer parte do mundo”, garante.

E A TURBULÊNCIA, GENTE?!

Ora, toda aeronavebilde é desenhada e construída para suportar um certo nível de turbulência. Além disso, tem sistemas que evitam áreas de turbulência. As aeronaves são obrigadas a informar as áreas de turbulência, mesmo em céu claro. E essa informação é divulgada amplamente. Normalmente, só a turbulência não derrubaria um avião. Há uma sequência de eventos. A turbulência pode levar a uma perda de controle da aeronave, por nervosismo ou falta de experiência dos pilotos.

Vale ressaltar, ainda, que as turbulências são inerentes à aviação, e podem causar desconforto aos passageiros. Por isso é importante que todo passageiro mantenha o cinto de segurança afivelado durante todo o voo mesmo que o aviso de atar cintos não esteja ligado.

Do ponto de vista dos pilotos, eles passam por intensos e recorrentes treinamentos, realizados em simuladores e em sala de aula que os preparam para agir de forma rápida em situações de turbulência e, acima de tudo, saber identificar possíveis áreas de turbulência.

E se o tal “alinhamento de planetas”, citado no início deste texto, ocorrer? Bem, muito provavelmente será na decolagem, subida, aproximação ou pouso, momentos em que eventos desse tipo mais acontecem, segundo as estatísticas – 75% dos acidentes ocorrem nessa fase do voo. Movimentos de manobra, altitude de cruzeiro e descida são os, digamos, mais seguros. A verdade é que a decolagem e o pouso forçam fisicamente a aeronave e exigem rapidez e destreza da tripulação.

Que tal curar o medo de avião?

Freddy Charlson

medo de voarCerca de 40% dos brasileiros tremem só de pensar em viagens aéreas, mas com técnicas de relaxamento e autocontrole é possível superar o trauma de embarcar no mais seguro meio de transporte

Para ouvir enquanto lê:

O folclórico e sumido cantor cearense Belchior já entoava, nos idos da década de 70, os clássicos versos “Foi por medo de avião/Que eu segurei/Pela primeira vez a tua mão (…)” O tempo passou, mas a prática – ok, pode chamar ato de quase desespero – acredite, não mudou. Muita gente ainda faz isso com o colega ao lado (marido, mulher, namorado, namorada ou até mesmo desconhecidos!) quando o avião dá uma balançada ou faz algum barulho, digamos, diferente.

Aí, não tem marmanjo, não tem criança, não tem ninguém imune ao susto, à risada nervosa, ao medo de que a aeronave comece a despencar, de que as máscaras de ar caiam de seus compartimentos, de que as luzes comecem a piscar e até que as mochilas e bolsas saltem do bagageiro. Sim, o medo é livre…

E não é para pouca gente, afinal cerca de 30% da população mundial, segundo estudos norte-americanos, têm medo de avião. No Brasil, a estimativa, de acordo com pesquisas do Ibope, é de que esse número chegue a 40%. Voar, afinal, tem sido uma experiência nova para muita gente, graças ao crescimento econômico do país e a maior oferta de voos, com redução no preço das passagens. Com mais gente voando, mais gente tem medo. Os números de 2014, aliás, não ajudam nisso: sete acidentes aéreos em voos da aviação comercial ocorreram no ano passado, o maior número desde 1946, e com 762 vítimas fatais, o que deixou muita gente ainda mais apreensiva.

Caso da designer de interiores Maria Fernanda Seixas, 30 anos, que viaja desde pequena ao Rio de Janeiro para visitar a família. Teoricamente, esse vai e vem entre Brasília e Rio de Janeiro deveria acostumá-la à rotina de avião, certo? Nada disso. Maria Fernanda não se acostumou mesmo com essa rotina. “Já era para ter acontecido isso. Mas não mesmo. Eu acho que meu medo de voar está é aumentando”, conta.

Um medo que começou em 31 de outubro de 1996, quando ela tinha meros 12 anos. Naquele dia, um avião da TAM caiu sobre casas em São Paulo e deixou 99 mortos. Meses antes, em março, outro acidente aéreo vitimou a banda paulista Mamonas Assassinas e que, também, chocou a, então, menina. “A internet estava começando a bombar e a galera divulgava as fotos dos corpos carbonizados do Dinho e da banda. Vi aquilo e fiquei impressionada. Ali começou o meu medo de verdade”, lembra.

TENSÃOfear-flying

O tempo foi passando e o medo de Maria Fernanda passou a ser quase incontrolável. Depois que engravidou do filho Tarso, passou a ficar ainda mais tensa e a apertar a mão do marido durante os voos. “Ah… passei a incomodar as pessoas. Pior quando o avião chegava em Brasília, onde sempre tem turbulência. Uma vez um moço até veio conversar comigo para tentar me acalmar”, confessa.

Certa vez, antes de uma viagem para a Europa, Maria Fernanda não resistiu e procurou um psiquiatra uma semana antes da viagem para pedir um remédio que a fizesse dormir durante o voo. “Ele me receitou um medicamento tarja preta. Dormi a viagem inteira. Na ida e na volta. Uma maravilha!”, lembra. Atualmente, o que tem ajudado Maria Fernanda a suportar o drama é sua tentativa de autocontrole. Ela fala, mentalmente, palavras como “segurança”, “paz” e “tranquilidade”. Vai que cola! Pelo menos, torna-se um pequeno alívio para a única pessoa da família a sentir medo de avião… mas que também dorme mal na noite anterior, transpira muito no avião, não consegue se concentrar com filmes, livros ou cruzadinhas, fica inquieta, balança as pernas o voo inteiro e por aí vai. E que acha crucial ficar na janela para olhar a, oh!, placidez das nuvens. “A falta de controle me incomoda muito, acho que meu medo vem daí. No ônibus, eu posso pedir para parar. No avião, não tenho controle nenhum da situação. Entrego minha vida ali”, explica.

Nesses momentos, a designer de interiores sempre lembra de uma frase do finado escritor pernambucano Ariano Suassuna, que também tinha muito medo de avião: “Prefiro enfrentar os buracos da estrada do que o buraco que te acompanha a viagem inteira”. Simples assim.

Quer dizer… não tão simples assim.

ANSIEDADE

Segundo Antônio Pedro de Mello Cruz, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) e estudioso das relações de medo e ansiedade, com doutorado em Psicobiologia (neurociências do comportamento), o medo de viajar de avião é normal. Para ele, a primeira coisa que a pessoa deve ter em mente é que o medo é uma reação normal frente a situações de “perigo real”, que ameacem a integridade física ou psicológica do indivíduo.

Ele explica que não há uma linha que demarque com clareza onde termina o medo e a ansiedade normais e começa o medo patológico. Dois critérios são levados em conta para esclarecer a situação: quando o indivíduo passa a apresentar essas reações diante de um inimigo que não apresente um perigo real e quando reage com intensidade ou frequência exagerada.

O especialista sugere que uma forma de combater o medo de avião é enfrentar o problema numa espécie de “terapia de choque”, expondo a pessoa à situação. “Viajar muito, por exemplo, é uma forma de terapia que expõe o sujeito à situação. Para tirar esse medo ele precisa entrar em contato com a situação. Infelizmente, o comportamento de evitar o ambiente reforça o próprio comportamento fóbico. O sujeito que tem realmente fobia de avião, chamado de medo patológico, vai viajar de carro, de ônibus, de qualquer outra coisa”, define Antônio Pedro de Mello Cruz.

ORAÇÃO

Como faz, por exemplo, o jornalista capixaba Ricardo Mignone. “Meu avião agora tem quatro rodas!”, ele gosta de dizer, deixando claro que prefere viajar de carro. Há algum tempo, aliás, Mignone só entrava em avião se fosse obrigado e ainda rezava muito antes e durante o voo.

“Quando caiu o avião da TAM em 15 de julho 2007, em Congonhas, com 199 mortos, cancelei uma viagem de avião pra São Paulo, que seria dois dias depois, e fui de carro. Uma vez, peguei uma turbulência braba durante uns 30 minutos após decolar de Manaus para Brasília em agosto de 1999. E em dezembro do mesmo ano, meu voo que ia para Havana, em Cuba, passou por um furacão no Caribe. Foi muito tenso”, lembra, sem qualquer saudade.

O tempo passou e o jornalista passou a ler e a aprender mais sobre aviões e aviação. Passou a consumir todos os tipos de publicação e documentários na televisão. “Passando a conhecer como a coisa funciona a gente fica mais seguro. Mas mesmo perdendo o medo mais forte, ainda não consigo relaxar nos voos”, lamenta.

E você, consegue? Ou, feito o bigodudo cantor Belchior, ainda vai apelar para segurar a mão do passageiro vizinho de poltrona…? Ou, como diz a música… “você não fica mais nervoso e já não grita”.

8-dicas-para-perder-o-medo-de-andar-de-aviaoMEROS

  • 7 acidentes em voos da aviação comercial ocorreram em 2014, o maior número desde 1946;
  • 762 pessoas morreram nesses acidentes;
  • 429 pessoas morreram em acidentes aéreos em 1972, o ano com o maior número de vítimas;
  • 3,91 bilhões de passageiros devem ser transportados pelas companhias aéreas em 2017, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata);
  • 2 a cada 100 milhões de passageiros morreram em acidentes aéreos;
  • 9,7% dos desastres aéreos ocorrem em julho, mês em que, historicamente, há mais acidentes
  • ALGUMAS DICAS QUE PODEM ALIVIAR O SOFRIMENTO DE QUEM TEM MEDO DE AVIÃO:
  1. Organize-se com antecedência e tranquilidade na preparação para a viagem;
  2. Diminua a ansiedade com uma boa noite de sono;
  3. Vista roupas confortáveis para viajar;
  4. Evite a cafeína;
  5. Chegue cedo ao aeroporto para evitar transtornos e correria no check-in;
  6. Leve os documentos separados para não correr riscos de problemas antes da viagem. E de ficar ainda mais nervoso;
  7. Dê um passeio pelo terminal e procure distrair-se nas lojas e lanchonetes;
  8. Observe a tranquilidade dos outros passageiros;
  9. Procure sentar no corredor, para poder relaxar, esticar as pernas e dar uma volta se necessário. O fato de sentar na janela pode levar você a querer olhar por ela e, claro, até sentir mais medo;
  10. Tente não ficar pensando no voo. Distraia-se com uma revista ou livro. Que tal fazer uma cruzadinha ou ouvir uma música?;
  11. Procure fazer um exercício de respiração inspirando, prendendo o ar e expirando;
  12. Se o avião inclinar para um lado, procure olhar para a direção oposta;
  13. Puxe conversa com os comissários de bordo, mas, claro, sem atrapalhar o trabalho deles;
  14. Se for o caso, confesse para os comissários que você tem medo de avião. Se se assustar com alguma situação, peça uma explicação sobre o que aconteceu;
  15. Se possível, converse com o passageiro ao lado, se ele der liberdade para isso. Outras pessoas também podem ter medo. Solidariedade é importante nessas situações;
  16. O momento mais difícil de um voo certamente é quando o avião passa por turbulências. Fique sentado, com os cintos de segurança afivelados, para não cair e se machucar;
  17. Não se desespere se as asas da aeronave balançarem ou o motor diminuir durante a viagem. São situações comuns em um voo;
  18. E se mesmo depois de todas essas dicas o medo ainda for dominante busque ajuda especializada ou, então, faça um curso específico para quem sofre com medo de avião.